Meu Perfil Luan Knaya é um apaixonado pelo basquete, principalmente pela NBA. Ele viu Michael Jordan, mas escolheu Kobe Bryant como "o cara". Knaya leva o estilo NBA pra onde for e talvez por isso até se pareça com esses astros da liga. A bola na cesta cativa adeptos em todo o mundo e falar da “laranjinha” é um dos hobbies dele que pode ser o seu no Blog do Basquete!
SAIBA A SEMELHANÇA ENTRE O ORLANDO VICE EM JUNHO E O BOSTON DE HOJE
Rodada cheia na noite de sexta-feira da NBA. Poderia destacar a primeira vitória do Cavs, com excelente atuação do brasileiro Varejão. Outra boa opção de post seria falar do invicto time do Oklahoma City Thunders, que no Brasil só tem um torcedor, que atende pela alcunha de Jorge Iggor. Se quizesse fazer média com os muitos fãs do Bulls no Brasil essa seria uma boa oportunidade. Já que sou um puxa-saco-mega-híper-super-baba-ovo do Kobe e do Lakers, o mais óbvio seria fazer uma análise do sacode que meu time levou do Dallas.
Resolvi surpreender a fazer uma comparação entre o Orlando Magic da temporada passada e o Boston Celtics nesses três jogos até agora. A semelhança é o arremesso do perímetro.
O Magic não economizava arremessos de 3 pontos e teve o ápice do seu rendimento no duelo do contra o Cavs, na final da Conferência Leste. Já o Boston dessa temporada tem aproveitamento de quase 50% e vários arremessadores achando seu espaço.
Outros times já tiveram ou têm essa característica. É o caso do Phoenix Suns, Golden State Warriors, New York Knicks, Dallas Mavericks e outros. Eles não chegaram, nem chegarão a lugar nenhum, diferente do Magic da temporada passada e do Celtics dessa. Sabe por quê?
O que garante o esquema não é só ter bons arremessadores ou uma correria desenfreada no ataque, e sim s força no garrafão, por mais paradoxal que pareça.
O Orlando pode arriscar arremessos de longa distância porque o Dwight Howard garante o rebote. Além disso, a vida de quem tenta a cesta de longe fica mais fácil quando a defesa é obrigada a fechar, na tentativa de defender o super-homem.
Como sugeri uma comparação, aqui vai o que cada um faz(ia) em cada time:
Dwight Howard x Kevin Garnett, Kendrick Perkins, Shelden Williams, Rasheed Wallace, Glen Davis(ainda não jogou, está suspenso): Pegam rebotes ofensivos, cavam faltas, obrigam uma marcação tripla e abrem espaço para os arremessos.
Michael Pietrus, Rashard Lewis, J.J. Redick, Turkoglu x Paul Pierce, Ray Allen, Eddie House, Rasheed Wallace: Se movimentam com inteligência e esperam para arremessar com espaço.
Rafer Alston, Turkoglu e Jameer Nelson x Rajon Rondo: Abrem espaço, agredindo a defesa e girando a bola dentro e fora do garrafão e no perímetro.
O detalhe são os caras que fazem sozinhos a função de vários.
A estratégia é simples. "Tacar a pêra" pode, mas só com muitos passes e só porque os grandalhões garantem o rebote e os baixinhos a correria.
Jogando com inteligência, não é por acaso que Orlando chegou na temporada passada e Boston vai longe nessa!
Começo de temporada é difícil de escrever. Nada é definitivo, qualquer prognóstico pode acabar nos 81 jogos que faltam da temporada. Mas quando olhei o boxscore e vi a pontuação do Barganani ficou mais fácil. Comecei a reparar os jogadores “estrangeiros” se destacando, muitos deles ícones de suas respectivas seleções.
Nas últimas temporadas, a NBA tem recebido jogadores de todas as partes do mundo. Uns realmente muito bons, que devem jogar o chamado Melhor Basquete do Mundo; outros não são tão bons e têm-se a clara estratégia de marketing para desbravar novos mercados; muitos estão bem no meio desses dois exemplos.
Apenas duas noites de NBA e separei alguns jogadores que estarão no mundial de 2010:
Hedo turkoglu – 12 pts, 7 reb, 3 ass - Turquia
Nenê – 16 pts, 6 reb - Brasil
Luis Scola – 21pts, 11 reb - Argentina
Jose Calderon – 11 ass - Espanha
Manu Ginobili – 16 pts, 4 reb - Argentina
Tony Parker – 17 pts, 6 ass – França
Nenad Krstic – 20 pts, 7 reb – Sérvia
Yi jianlian – 17 pts, 12 reb - China
Isso para não falar dos caras que podem pintar classificados por convite:
Muitos desses jogadores foram decisivos nas vitórias dos seus times e sinceramente não acho que seja coincidência.
Os times dos Estados Unidos e Espanha são os mais fortes e favoritos para o mundial da Turquia, em 2010, mas é bom abrir os olhos porque tem muita gente subindo de rendimento...
Quanto a temporada da NBA, continuo “no muro” de antes: Vai dar Lakers e fim de papo!
A rodada de estreia da NBA foi previsível. Não, eu ainda não fiquei maluco. Se você ao contrário de mim ficou surpreso com algum resultado comente! Alguns podem encarar como surpresa as vitórias do Celtics e Wizards, ambas fora de casa, sobre o Cavaliers e Dallas, respectivamente.
Mas esse time do Boston é "pra valer", com todo mundo da última temporada saudável e o Rasheed parecendo que joga por lá há anos...
O Wizards não vai nem aos playoffs na minha opinião, mas não vai ser a mesma chacota de quando não tinha Gilbert Arenas. O "agente zero" teve 29 pontos e 9 assistências no primeiro jogo. Verdade seja dita, o Wagner Silva já falava disso no Podcast que gravamos. E como já adiantava @vitorsergio (que vício de twitter), Shawn Marion não vai resolver o problema defensivo do Dallas.
O Lakers ficou no "oba-oba" pela entrega dos anéis, jogou sem Pau Gasol e com Jordan Farmar (horroroso!), mas quando quis fechou o jogo contra o "primo pobre" Clippers. (Aliás, um parênteses, entre parênteses: eu não uso anel, mas esse de campeão da NBA é BEM legal...)
Portland ganhar do Houston Rockets, sem Yao e T-Mac, também não é surpresa pra ninguém. É bastante óbvio!
E nada de desespero no lado do Cleveland Cavaliers. O time perdeu pra um dos favoritos ao título. LeBron jogou bem. Varejão se encaixou bem com Shaq. Antony Parker também mostrou que vai "fazer graça" nessa equipe. É difícil acertar um ataque que não joga junto contra uma das melhores defesas da liga. Os torcedores do Cavs podem ficar tranquilos que o time reage...
Três jogadores estão voando: Paul Pierce, Kobe Bryant e LeBron James. Quando digo isso me refiro a um conjunto de fatores, como o preparo físico e psicológico, além de motivação, confiança e etc.