Meu Perfil Luan Knaya é um apaixonado pelo basquete, principalmente pela NBA. Ele viu Michael Jordan, mas escolheu Kobe Bryant como "o cara". Knaya leva o estilo NBA pra onde for e talvez por isso até se pareça com esses astros da liga. A bola na cesta cativa adeptos em todo o mundo e falar da “laranjinha” é um dos hobbies dele que pode ser o seu no Blog do Basquete!
Calma que a temporada ainda não acabou, já diria um amigo meu...
Mas de fato, por enquanto, é a mais equilibrada que já vi. Não significa muita coisa, já que acompanho de longe desde 1998 e de perto desde 2000. Aliás, se você lembrar de outro início de temporada assim, por favor comente:
Realmente estou impressionado com:
O início arrasador do Atlanta Hawks
A inconstância dos grandes Lakers, Cavs, Spurs e Celtics
Bons resultados de Milwaukee Bucks, Oklahoma City Thunders e Phoenix Suns
Gostaria muito de ter previsto alguns desses fatos, mas realmente não imaginei, exceto o Hawks e sua mega energia jogando em casa. Só não sabia que o time seria tão bom fora. Também não me surpreendi de primeira com o Spurs “andando” pra temporada regular, mas eles estão abusando e não venceram uma fora de casa! Por essas e outras que a NBA é emocionante...
Ainda acho que nos playoffs a lógica vai prevalecer e não teremos surpresas, mas isso só Deus sabe...
Na boa, vi uma matéria no site da NBA sobre o ex GM do Atlanta Hawks, um tal de Billy Knight. Andei pro tema! Mas achei o cara MUITO parecido com o Sérgio Cabral, governador do Rio de Janeiro.
Parafraseando uns e outros, o mundo acabando e eu aqui fazendo "separados pelo nascimento"...
Na noite de abertura vi que todos os jogadores do Lakers exceto o Artest receberam o anel de campeão.
Naquela oportunidade ídolos do passado participaram da festa do time vencedor da temporada 2008/2009. Mas ficou faltando o Ariza. Ele foi campeão, mas trocou de time. Será que mandariam pelo correio? Será que ele tinha que ir buscar na sede da NBA? Eu sinceramente não sabia até ler que ele receberia na sua primeira vista ao Staples Center.
E assim foi. Kobe Bryant e Derek Fisher, capitães do Lakers, entregaram o anel para o ex-companheiro de time...
Ah, e antes que me esqueça, ou que alguém "cornete" dizendo que não falo mal, o Lakers perdeu a segunda partida seguida, dessa vez para o Houston Rockets (óbvio!). Já tinha tomado um "sapeca aiaiá" do Denver Nuggets. Pela segunda vez o Kobe não jogou nada! Muito bem marcado e sem ajuda do banco, simplificando o drama...
PS: O calouro Brandon Jennings, do Milwaukee Bucks, conseguiu marcar 55 pontos, batendo recordes e se igualando a jogadores do nível de Kareem Abdul-Jabbar, Oscar Robertson, Jordan, dentre outros. Estou muito cansado para fazer um post sobre isso, que levaria um longo trabalho de pesquisa. Aproveito para prometer que esse assunto seja discutido no próximo PODCAST.
LEBRON ADMITE TROCAR DE NÚMERO PARA HOMENAGEAR O JORDAN
LeBron James deve jogar com a camisa 6, que também usou na Olimpíada de Pequim.
Segundo o "Rei de Cleveland", nenhum jogador da NBA deveria usar o número que foi de Michael Jordan. Eu até acho uma boa iniciativa, mas o problema são os outros jogadores (muitos deles insignificantes) que usam a 23. Alguns exemplos: Jason Richardson, Stephen Graham, C.J. Watson, Marcus Camby e etc... (Eu tinha colocado uns exemplos de camisas 23 no futebol, como Ambrosini e David Beckham tentando ser engraçado, mas só eu entendi a piada e por isso tirei!)
Será que eles mudariam também? Fui só eu ou é muita pretensão do LB23(em breve LB6) sugerir isso?
E se a moda pega iriam faltar números e daqui a uns cem anos só teriam atletas com números 777, por exemplo, já que outros também estariam aposentados. É só pensar em Pete Maravich, Oscar Robertson, Wilt Chamberlain, Bill Russel, Magic Johnson e etc. Eu até acho que MJ seja o maior de todos os tempos, mas alguns caras chegaram (e outros poderão chegar) bem perto.
Isso pra mim está soando como balela para vender mais camisas. Me lembra quando o Kobe resolveu trocar para a 24. Eles acham um monte de analogias, que, na verdade, só querem fazer valer as camisas com número antigo(que se tornam históricas) e vendem caminhões das novas...
Quero deixar bem claro que não tenho absolutamente nada contra ele (ou qualquer outro jogador) vender mais camisas. Só não fica inventando desculpinha que não sou tão ingênuo. O recado também vale para o Kobe, que tanto "protejo" e puxo-saco...
Veja a entrevista do LeBron:
O detalhe é que ele faz suspense sobre o seu destino em 2010...
WADE SE INSPIRA COM PRESENÇA DE JORDAN E FAZ JOGADA SENSACIONAL. VEJA!
Nessa quinta-feira apenas dois jogos movimentaram a NBA. O Cavs venceu o Miami Heat e o Lakers passou fácil pelo Phoenix Suns.
Mas o destaque foi uma jogada que COM CERTEZA vai estar entre as 3 melhores da temporada. Pela foto já dá pra imaginar a felicidade do Wade após o feito. O nosso brasileiro Anderson Varejão "tomou na cabeça" do camisa 3 do Heat, que parecia até o Michael Jordan. Por falar nisso, até o maior de todos os tempos, que estava no ginásio, ficou sem graça com a jogada.
Veja as 5 melhores jogadas do dia e comente:
O detalhe foi o tocaço do O'Neal na defesa e a altura do Wade na enterrada. Foi realmente muito impressionante!
Podem me cobrar! Se a temporada terminar e essa jogada não estiver entre as 3 melhores em mudo meu nome para "Garoto".
Quando saiu o calendário da NBA alguma pessoas "reclamaram" que o Lakers jogava muito em casa no início da temporada e que isso favoreceria os atuais campeões. Antes da temporada começar não acreditava muito nisso, pois o time também terá uma sequencia fora de casa em algum momento, talvez na reta final, antes dos playoffs e tudo tenderia para o equilíbrio.
Mas acontece que com a contusão do Pau Gasol, o Lakers se favoreceu do calendário sim. E posso explicar. Nada melhor para um time que está com problemas de contusão (o segundo melhor jogador do time só deve voltar no natal e Odom tem problemas nas costas) do que jogar no seu ginásio. Vale lembrar que são 82 partidas na temporada regular, mais os playoffs. Dos próximos 13 jogos do time da camisa amarelo e roxa, 11 serão no Staples Center e as viagens serão curtas, para a própria Conferência.
Além de ter o fator torcida ajudando a vencer jogos, a principal equipe de Los Angeles pode ter seus jogadores descansando melhor. Isso porque sem Gasol todo mundo se sacrifica um pouco e, consequentemente, cansa um pouco mais também. Para os jogadores, nada melhor do que dormir em casa, nas próprias camas, treinar no lugar que conhece e, principalmente, não perder horas em aeroportos, hotéis, viagens e afins, o que pode ser muito desgastante.
Eu não cheguei a essa conclusão sozinho. O cara da transmissão americana no jogo do Lakers lembrou isso, que é até meio óbvio, mas não tinha pensado...
Já ouvi dizerem que um detalhe ou outro é "sorte de campeão". Será que o calendário vai ajudar o Lakers a ganhar o bi?
Não aguentei esperar um mês para fazer outro Podcast. Pra quem não sabe o quê é, trata-se de um arquivo de áudio com um bate-papo sobre o Melhor Basquete do Mundo nesse começo de temporada.
Reuni ilustres personagens do Esporte Interativo, fãs de NBA (Eu, Vitor Sergio, Wagner Silva e Guilherme Coreixas), e o Leonardo Baran. Isso mesmo!
O narigudo "tocou o Rebu", deixando bem engraçada a nossa discussão. Está imperdível! Não esqueça de comentar! Alguns assuntos: surpresas, decepções, All-Star Game e Kareem Abdul-Jabbar, dentre outros...
PS: Baixando o arquivo você pode ouvir no MP3 Player(ipod, por exemplo), msotrar para amigos, correr, malhar, levar de um lugar pra outro. Tudo isso ouvindo as besteiras que falamos...
Caiu o último invicto, ou melhor, caíram os últimos invictos nessa temporada da NBA: Boston Celctis e Denver Nuggets.
Já posso fazer uma análise sem ter que citar sempre esses dois últimos times como referências. Não quero falar desses times. Perderam, mas estão bem encaminhados nas suas condições de favoritos.
Quero reafirmar a posição de candidato ao título do San Antonio Spurs e do Cleveland Cavaliers, que estão em situações semelhantes, apenas em Conferências diferentes. Mesmo com algumas dificuldades de adaptação e derrotas, são times “de chegada” e só podem melhorar, não por estarem no “fundo do poço”, mas pelos elencos.
A “decadência” do Cleveland assusta ainda mais, pois a equipe só não chegou na final da NBA na última temporada por uma “anomalia” chamada Orlando Magic, mas parecia estar no caminho certo: apenas duas derrotas em casa durante toda a temporada regular, melhor campanha da liga e MVP para um tal de LeBron James.
A chegada de Shaq obrigou o time a mudar o esquema. Sim, outros também vieram, mas ninguém muda o esquema vencedor pela chegada do... sei lá, Jamario Moon/Leon Powe/Anthony Parker/etc. Aliás, falando em adaptação, o Anderson Varejão parece que joga ao lado do Shaq desde os tempos de Franca.
Seu eu fosse torcedor do Cavs ficaria tranqüilo. O time vai subir de produção na hora certa e o principal: “The King” vai ter outra opção que não resolver tudo sozinho batendo pra dentro igual a um maluco. Não que isso não resolva, mas é bom abrir outra frente (essa minha mania de war...). Pela primeira vez na sua carreira (exceto quando jogou pela seleção) ele não é o único jogador do time que recebe marcação dupla.
Quanto ao San Antonio Spurs, todo mundo sabe que eles não estão nem aí pra temporada regular...
Cerca de cinco jogos para cada time e quero saber quem merece ser o MVP da temporada. Dizer no final é mole, até porque o prêmio leva em consideração a classificação dos times, poder decisório dos jogadores e afins. A palavra "merece" também não é por acaso. O título de melhor jogador da temporada já foi injusto inúmeras vezes. Como o Kobe deveria ter ganhada no lugar do Nash, Garnett ao invés de Tim Duncan e Jason Kidd também perdeu para o pivô do Spurs, contra a opinião pública. Aliás, sou obrigado a admitir que meu voto, por enquanto, é do Carmelo Anthony, que tem jogado muito mesmo!
Sim, estou ciente de que muita gente apostava no Nuggets. Mas comigo não aconteceu assim. Se tinha uma equipe da NBA que não dava crédito antes da NBA começar era o Denver. Por isso o termo "surpresa". Ainda é muito cedo para estar completamente errado(e espero que esteja! - torço muito para o camisa 31 do Nuggets!), mas pode-se destacar o excelente começo do time do brasileiro Nenê.
A série invicta é de quatro vitórias e nenhuma derrota, quase sempre com grades atuações de Carmelo Anthony, cestinha da liga. Esse time do Nuggets jogou muito bem na última temporada e continua evoluindo, repito: pra minha surpresa. Se o Lakers e o Spurs continuarem inconstantes, é bem capaz de Dallas e Denver fazerem graça no "Oeste Selvagem".
A verdade é que não vi nenhuma partida do time, mas os números são bem positivos. Carmelo é o cestinha da NBA com 37.7 pontos de média. Nenê está bem nos rebotes, com 8.7 por jogo, e Billups distribui 6.7 assistências a cada partida. O calouro Ty Lawson também está rendendo acima do esperado, botando a mesma correria dos tempos de North Carolina, que vem dando certo, ainda mais quando joga ao lado do "Birdman" Andersen. E olha que a equipe está jogando sem J.R. Smith, suspenso pela liga, que se encaixa muito bem nesse "segundo time", mais veloz. Ainda falta um grande teste, contra Cavs, Lakers, Celtics ou Spurs, mas o início é animador!
Bom, já fiz um post sobre o Boston, esse foi do Denver e o próximo deve ser do Phoenix Suns, de Leandrinho. Coincidentemente os únicos times que não perderam. Dos três, só acreditava no Celtics antes da bola subir. Surpresas são boas, ainda mais quando tem brasileiros envolvidos...
O San Antonio Spurs venceu o Sacramento Kings por 113 a 94. O destaque da partida foi o ala Manu Ginobili, não pelos seus 13 pontos, mas por capturar um morcego durante o jogo. O jogo foi na noite de Halloween. Provavelmente o animal estava lá para algum espetáculo de abertura ou intervalo de jogo.
VEJA O "LANCE":
Além de campeão olímpico, da NBA, vencedor do prêmio de Melhor Sexto Homem e um dos jogadores mais "ariscos" que já vi, o tal do argentino ainda me acerta um morcego no meio do jogo...
SAIBA A SEMELHANÇA ENTRE O ORLANDO VICE EM JUNHO E O BOSTON DE HOJE
Rodada cheia na noite de sexta-feira da NBA. Poderia destacar a primeira vitória do Cavs, com excelente atuação do brasileiro Varejão. Outra boa opção de post seria falar do invicto time do Oklahoma City Thunders, que no Brasil só tem um torcedor, que atende pela alcunha de Jorge Iggor. Se quizesse fazer média com os muitos fãs do Bulls no Brasil essa seria uma boa oportunidade. Já que sou um puxa-saco-mega-híper-super-baba-ovo do Kobe e do Lakers, o mais óbvio seria fazer uma análise do sacode que meu time levou do Dallas.
Resolvi surpreender a fazer uma comparação entre o Orlando Magic da temporada passada e o Boston Celtics nesses três jogos até agora. A semelhança é o arremesso do perímetro.
O Magic não economizava arremessos de 3 pontos e teve o ápice do seu rendimento no duelo do contra o Cavs, na final da Conferência Leste. Já o Boston dessa temporada tem aproveitamento de quase 50% e vários arremessadores achando seu espaço.
Outros times já tiveram ou têm essa característica. É o caso do Phoenix Suns, Golden State Warriors, New York Knicks, Dallas Mavericks e outros. Eles não chegaram, nem chegarão a lugar nenhum, diferente do Magic da temporada passada e do Celtics dessa. Sabe por quê?
O que garante o esquema não é só ter bons arremessadores ou uma correria desenfreada no ataque, e sim s força no garrafão, por mais paradoxal que pareça.
O Orlando pode arriscar arremessos de longa distância porque o Dwight Howard garante o rebote. Além disso, a vida de quem tenta a cesta de longe fica mais fácil quando a defesa é obrigada a fechar, na tentativa de defender o super-homem.
Como sugeri uma comparação, aqui vai o que cada um faz(ia) em cada time:
Dwight Howard x Kevin Garnett, Kendrick Perkins, Shelden Williams, Rasheed Wallace, Glen Davis(ainda não jogou, está suspenso): Pegam rebotes ofensivos, cavam faltas, obrigam uma marcação tripla e abrem espaço para os arremessos.
Michael Pietrus, Rashard Lewis, J.J. Redick, Turkoglu x Paul Pierce, Ray Allen, Eddie House, Rasheed Wallace: Se movimentam com inteligência e esperam para arremessar com espaço.
Rafer Alston, Turkoglu e Jameer Nelson x Rajon Rondo: Abrem espaço, agredindo a defesa e girando a bola dentro e fora do garrafão e no perímetro.
O detalhe são os caras que fazem sozinhos a função de vários.
A estratégia é simples. "Tacar a pêra" pode, mas só com muitos passes e só porque os grandalhões garantem o rebote e os baixinhos a correria.
Jogando com inteligência, não é por acaso que Orlando chegou na temporada passada e Boston vai longe nessa!